terça-feira, 14 de setembro de 2010

É DIA DE FEIRA

Dia de feira. Lvante cedo, visto a melhor roupa que tenho. Tomo o pimeiro ônibus que passa por minha casa. Dia de feira todo mundo fica feliz... Até parece que o mau humor não existe. 

Em dia de feira todos os habitantes do pequeno municipio de Adustina, no nordeste da Bahia, são acometidospor essa sensação e comigo não é diferente. logo ao decer do ônibus, já encontro pessoas na feira, é uma zueira só. O povo correndo, algumas pessoas pechichando, outas pedindo esmolas, crianças chorando...

Lá se encontra tudo o que se deseja: frutas,v erduras, grãos, rupas, diverção, brigas, até namoro. Ahou estrando? Mas não é estranho não. É isso o que acontece em uma feira-livre. Outras pessoas se passam ate por turista: vão para a feira somente para bater pernas... 

Digamos assim: dia de feira é dia de festa. todos se arrumam, ficam felizes, namoram, birgam, brincam...É uma cultura que não deve ser perdida, pois todos melhoram seu humor e voltam a ser criança novamente.

Daiane Soeares, Sítio da Conceição, 8ª A, 2010

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

TOXICOCULTURA

A agricultura é a fonte de economia mais explorada pelo nordestino. voce sabe o que seria de nos sem ela? Eu particularmente não sei. De tanto ser explorada desenvolveu-se e, hoje, tem uma cara bem diferente: o veneno - agrotóxicos -  é, na maioria dos casos,  um veneno para a saude humana.

Os agrotóxicos usados para a agicultura, contribuem para a degradação do solo, fazendo com que o terreno não favoreça a produção de alimentos saudáveis. Com isso uma grade sequência se forma: venenos prejudicam o solo, a degradação aumenta a poluição, e a poluição acaba com a nossa respiração. Muitos reclamam do excesso de agrotóxicos nos alimentos, mas alguns agricultores não se importam com a saúde dos outros e querem somente obter maiores lucros.

Continuando a colocar tantos venenos em nossos alimentos, acabamos com a nossa saúde. E o que nós consumidores podemos fazer para acabar com isso? Acho que nada. Alguns cultivam suas hortas organicas, para não se alimentarem com "veneno", outros não podem fazer nada.

Resta-lhes envenenarem-se ,digo, alimentarem-se no mercado tradicional.


Daniela Soares, Sítio da Conceição, 8ª A, 2010.